Acordei antes mesmo do despertador tocar.
Fiquei alguns segundos olhando para o teto, ainda meio perdida entre sonho e realidade, até lembrar imediatamente do motivo da minha inquietação.
O encontro.
Com Yanek.
Meu estômago deu aquela revirada boa de ansiedade que parecia começar no peito e se espalhar pelo corpo inteiro. Era ridículo o efeito que ele tinha sobre mim.
Rolei para o lado na cama e peguei o celular na mesa de cabeceira. Nenhuma mensagem nova. Ainda era cedo demais. Provavelmente e