A hora do almoço passou que nem vi.
Caminhando de um lado para o outro, ouvindo o gargalhar do vestido, começava a imaginar aonde estaríamos.
Sebastian havia comentado algo sobre a lua de mel ser em Anchorage.
Ainda não gostava de parar horas presa em um barco, esperando um peixe bobo morder a isca. Continuava não sendo atraente para mim.
Mas ali, no corredor gélido do hospital, envolvida por vários barulhos internos, enfrentaria horas em mar aberto e suportaria o