Um telefone toca insistemente.
Não queria acordar, queria ignorar o telefone e se aprofundar no meu sono.
Eu não precisava mais acordar cedo. Não era mais cirurgiã mesmo.
Cirurgiã, penso novamente. Se eu não era cirurgiã, o quê era agora.?
Um braço se estende sobre mim, pegando algo no móvel ao lado, talvez o telefone, já que uma voz soou em seguida.
- Alô? – diz Sebastian rouco, me despertando de vez – Hum.... Ela está aqui – Onde eu estava?, forço meus olhos