— Não é assim... — Jorge estava prestes a explicar, quando o som de um celular tocando interrompeu suas palavras.
Ele franziu ligeiramente a testa. Pegou o celular e, antes de apertar o botão de atender, disse para Isabela:
— Me espere um minuto.
Mas Isabela não obedeceu, aproveitando que ele estava distraído, saiu de seu braço e disse:
— Não se esqueça de tomar o remédio.
E, como um coelho assustado, abriu a porta e saiu correndo.
Jorge franziu ainda mais a testa. Atendeu a ligação com voz cla