Mundo de ficçãoIniciar sessãoO despertador tocou antes mesmo que o sol tivesse coragem de nascer.
O som estridente atravessou o quarto silencioso e encontrou Elara sentada na beira da cama, com os olhos fixos no chão. Ela não dormira. Não conseguira. As horas haviam passado como um castigo — longas, lentas, cheias de lembranças que ela tentava apagar em vão.Na mente, a cena se repetia: Adrian, de braços dados com a esposa, sorrindo. Um bebê no colo dele, aninhado com confiança. A imagem era tão serena, tão verda






