Entramos no prédio. O corredor cheirava a comida barata e desinfetante vencido. Amber entrou em um dos apartamentos no térreo. Lá dentro, um garoto estava hipnotizado diante de uma televisão antiga, jogando um console que parecia ser a única coisa nova naquele ambiente.
— Oi, pequeno — Amber disse, tentando manter a voz firme. — Senti sua falta.
O menino se pendurou no pescoço dela, e por um momento, a dureza do lugar pareceu suavizar. Mas a missão ali era clara. Amber explicou ao menino que