Ross Anderson...
Eu tentava conter a fúria de Amber, que, completamente descontrolada, golpeava meu peito com os punhos cerrados. Cada impacto era um lembrete da dor lancinante na minha costela fraturada, e eu rezava para que ela não atingisse o ponto exato da lesão.
— Você é um doente, Ross! Um psicopata! Nós não estávamos fazendo nada... nada! — Ela gritava, a voz embargada pelo horror. — Você executou um homem a sangue frio por absolutamente nada, seu desgraçado!
— Acalme-se e respire,