— Olá, Sophie. — Max me cumprimenta com aquele olhar sacana, que só ele tem.
— Não vai nos convidar para entrar? — Mason pergunta com cinismo.
Respiro fundo, porque eles nem imaginam a vontade que estou de xingá-los.
— Tudo bem, entrem. — abro mais a porta, dando espaço a eles.
— Nossa! Esse lugar é incrível. — Max comenta á medida que entram e lhes sigo.
— Fiquem à vontade para sentar e desculpa a bagunça. Cheguei hoje e não tive tempo de fazer muita coisa. — encosto na parede da cozinha americana, que fica de frente para a sala e cruzo os braços abaixo dos seios.
— Relaxa, não ligamos pra isso. — Mason responde, me encarando.
Desvio o olhar do dele.
— Então, o que querem? Acho que deixei bem claro que não queria mais vê-los.
— Sim, você deixou. — Mason se pronuncia. — Mas acho que diante do que vivemos, precisamos ter uma conversa, não concorda?
Dou uma risada sem graça, olhando para os lados e saio da posição em que estava.
— Conversar? Não temos absolutamente nada para conversar.