A forma como nossas mãos se cruzaram, tocaram a sua palma não encaixava-se a minha, tão pequena, tão fina, perfeita aos meus olhos, lisa. –– Como posso vê-la outra vez? –– Sorriu olhou, desviando os olhos das nossas mãos, o tecido verde do seu ombro com a outra mão livre foi descendo. –– Toque-me!–– Neguei, olhei em volta.
Até sentir a sua mão sobrepor a minha pondo em seu ombro, que maciez de pele, que sensação prazerosa, a pele quente. –– Não posso, és casada. –– Fechou os olhos ao meu toque