Como imaginado, Guilherme encontrou com seu irmão, Gustavo.
— Querido irmão, que bom te ver.
— Deveria não me dirigir a palavra.
Guilherme parecia um empresário comum como de fato se portava, mas não se parecia nada com o temido mafioso que era.
Ele foi para sua sala, onde havia muitos documentos sobre a mesa.
Cesar entrou na sala.
— Poderia bater, pelo menos.
— Está passando o dia ao lado de uma mulher linda como Rosa e ainda assim de mau humor, meu primo?
Guilherme lançou um olhar ameaçador