O mundo voltou em pedaços.
Isabella acordou com a garganta seca, a cabeça latejando e o gosto amargo do desespero na boca. Tudo era escuridão. O chão era frio, úmido, e sob seu corpo um concreto áspero arranhava a pele de seus joelhos. Seus braços estavam amarrados para trás, e uma dor aguda corria pelas articulações.
Tentou se mover, mas o menor gesto fez as amarras apertarem ainda mais seus pulsos.
Um zumbido ecoava em seus ouvidos. O coração batia forte demais, como se quisesse explodir pelas