O dia em Viena nasceu com uma ironia cruel: um sol radiante e impiedoso que banhava as ruas históricas da capital, fazendo a neve acumulada brilhar como diamantes triturados. O céu era de um azul cerúleo, sem uma única nuvem para sombrear o brilho da manhã. No entanto, por trás das imponentes paredes de vidro e concreto do Hospital Central, o clima era de uma esterilidade fria e angustiante.
O ambiente interno do hospital era um labirinto de luzes fluorescentes que nunca se apagavam e corredore