Levei Diana para a casa de campo acreditando que, com o tempo, ela ficaria mais maleável. Que talvez, longe de tudo e de todos, conseguíssemos conversar com calma. Ilusão minha. Cada vez que vou até lá, ela faz questão de me ignorar. É como se eu fosse invisível.
Segui o conselho do meu irmão flores, chocolates, pequenos agrados... nada surte efeito. Nada é suficiente para derrubar o muro que ela construiu à nossa volta. Um muro alto, espesso, intransponível. E, por mais que eu tente, ainda não