Liandra acordou devagar, como se surgisse de dentro de um sonho bom que se recusava a terminar.
A luz suave da manhã entrava pelas janelas largas.
O lençol limpo e macio tocava sua pele…
E o peito dela estava tão leve, tão cheio, que era quase impossível acreditar que horas antes ela tinha se tornado outra pessoa.
A primeira coisa que ela notou foi a ausência do calor ao lado.
A segunda… foi o cheiro.
Café.
Café forte.
Café feito por Rafael.
Ela abriu um sorriso.
Um sorriso lento, ter