Rafael acordou antes do sol, como sempre fazia.
Ou melhor: “acordar” era apenas a palavra mais educada para descrever o ato de desistir de lutar contra a insônia.
Sono real não existia desde que Liandra não respirava ao lado dele.
Tomou banho, vestiu-se e desceu para a sala silenciosa do apartamento em Chicago.
A cidade ainda despertava, mas ele já estava diante do laptop às 6h15.
Havia novos relatórios:
• previsões financeiras enviadas por Camila durante a madrugada
• listas de v