Eles cruzaram a porta de vidro como dois fios do mesmo destino, seguindo Leonel pelo caminho de pedras que levava ao bosque.
O ar estava fresco, e o cheiro de pinho se misturava ao som distante de pássaros e à tranquilidade estruturada da matilha.
Leonel andava ao lado dos dois, explicando com naturalidade:
— Aqui é o coração do território — disse ele, apontando para as casas que se alinhavam ao longe. — Famílias, anciãos, trabalhadores… tudo que mantém a matilha funcionando.
Rafael cam