Mansão Rurik – Ala médica
03h41 da madrugada
O quarto estava silencioso, exceto pelo leve zumbido dos monitores médicos que acompanhavam os sinais de Susan. Carla, com olheiras profundas e um semblante cansado, não arredara o pé desde que trouxeram a amiga desacordada. Sentada ao lado da cama, segurava a mão enfaixada de Susan com delicadeza, como se sua presença bastasse para mantê-la ancorada à vida.
De repente, Susan puxou o ar com força, como alguém emergindo de um mergulho prolongado. Seu