A pequena cabana de madeira, no limite da floresta, cheirava a sangue, álcool e ervas queimadas. Sasha entrou primeiro, empurrando a porta com um rangido irritante. No centro, sobre uma mesa tosca, jaziam dois corpos cobertos até a cintura com panos. O cheiro da morte era denso, quase sólido.
Mikhail pigarreou, nervoso.
— Eles… Foram encontrados ontem à noite. Tentamos manter longe do vilarejo, não queríamos pânico.
Sasha se aproximou devagar.
— Fez bem. — Ele puxou os panos de um deles com u