Susan desceu os degraus de mármore ao lado de Dmitry, os dedos entrelaçados aos dele. A mansão parecia respirar junto com ela — o silêncio era pesado, não de opressão, mas de respeito. Ela sentia os olhos da casa nela, ou talvez fossem os olhos dos que a observavam à distância.
No pé da escada, Alexei estava recostado na parede, braços cruzados, aquele sorriso preguiçoso nos lábios, mas os olhos atentos como lâminas afiadas. Ao lado dele, Sasha mexia no celular, mas ergueu o olhar assim que os