As portas do quarto de Natália se fecharam com um estrondo que ecoou pelos corredores silenciosos da mansão Rurik.
Ela andou até a penteadeira com passos trôpegos, trêmula, como se cada fibra do seu corpo estivesse desmoronando por dentro. O robe de seda colava à pele suada. Os cabelos estavam grudados na testa. O gosto de ferro e de fracasso estava entranhado na boca.
Abaixou-se de repente e vomitou no chão, ajoelhada como uma prisioneira de seu próprio feitiço.
A dor veio logo depois. Um late