Depois das bênçãos, das reverências e das palavras reverentes, Alannah fechou a porta sem dizer uma palavra, como se soubesse que o mais sagrado ainda não havia acontecido.
Lá dentro, só restava o som suave da respiração do recém-nascido.
Susan estava sentada sobre almofadas de linho sagrado. Dmitry ainda ajoelhado, mais próximo agora. Entre os dois, Demyan, dormindo com os dedos miúdos entrelaçados na túnica da mãe.
O silêncio não era incômodo.
Era o tipo de silêncio que envolve dois corações