Carla ainda estava deitada abraçada a ele, os dedos desenhando preguiçosamente linhas invisíveis em sua clavícula. Alexei mantinha um braço sob ela, o outro apoiado na nuca, mas seus olhos estavam distantes… Não em pensamento, mas em percepção.
Dentro dele, o Lycan não dormia. Ele ronronava. Não como um gato satisfeito, mas como um lobo que finalmente voltara para a caverna quente depois da guerra.
“Ela ficou. A gente sabia. Sempre soube. O cheiro dela pertence à nossa pele. Ao espírito. Ao nin