Alexei estava sentado na cadeira de madeira escura, as mãos cruzadas na frente do rosto, os cotovelos apoiados sobre a mesa do laboratório inferior da mansão. Ele observava Pavel, como um falcão paciente observa um campo em silêncio antes do ataque.
O cientista da família Rurik girava lentamente o frasco de vidro com o líquido avermelhado. Luzes arcanas passavam por dentro do fluido, revelando camadas ocultas, inscrições quase invisíveis, microcorrentes de essência.
— Isso aqui… — Pavel murmuro