O mundo ao redor era silêncio, exceto pelo som ofegante dos corpos que se encontravam e se perdiam. A respiração de Susan era entrecortada, seus olhos marejados agora ardiam com uma mistura de medo, desejo e entrega.
— Você não devia fazer isso comigo… — Ela sussurrou, as mãos cravadas nos ombros dele. — Eu sou perigo pra você, Dmitry…
Ele roçou os lábios no maxilar dela, a voz rouca, carregada de uma provocação sombria.
— Não, solnishko… (solzinho…) Você é a porra da única coisa certa no caos