Bryan acordou naquela manhã com um vazio inquietante ao seu lado. A cama estava fria e vazia, sem o calor familiar de Mia. Ele esticou a mão, sentindo o lençol amassado onde ela deveria estar, e uma pontada de preocupação o atingiu.
— Mia? — chamou, a voz rouca e baixa.
Nenhuma resposta.
Nenhum cheiro recente no ar.
Nenhum sinal de que ela havia voltado após a breve aproximação da noite anterior.
Com um suspiro frustrado, ele se sentou na cama, esfregando o rosto com as mãos antes de se levanta