Tudo estava escuro.
Um breu absoluto e sufocante que cheirava a terra de cemitério revirada e magia apodrecida. O oxigênio pareceu evaporar de Lunária em um único segundo.
As sombras dominavam Lunária, a cidade sagrada agora totalmente mergulhada na escuridão de Morana.
A arquitetura divina de mármore e prata havia sido engolida por um piche denso e sobrenatural. A luz da deusa foi extirpada do teto.
As trevas se expandiam como um organismo vivo, rastejando pelas colunas, pelo chão, pel