A porta do escritório jazia em destroços, uma testemunha silenciosa da fúria que acabara de explodir. Bryan permaneceu ali, imóvel, o ar gélido e denso com o peso de suas próprias palavras. O cheiro de madeira partida e o eco da saída de Mia eram um tormento mais agudo do que qualquer dor física. O rugido que se recusava a sair de sua garganta agora se transformava em um gemido interno de Bones, o lobo em seu peito, uivando em desespero pela Luna perdida.
“Você é jovem, Bryan. Ainda tem tempo