Morana puxou a cadeira com calma estudada.
O som da madeira raspando no chão pareceu alto demais no salão silencioso. Ela se sentou exatamente de frente para Mia, cruzando as pernas com elegância preguiçosa, como quem finalmente encontra o lugar que sempre foi seu.
Mia não se moveu.
Os olhos estavam arregalados, presos nela. Não piscava. Não respirava direito.
O mundo parecia distante, como se estivesse olhando através de água.
Azura inclinou-se para o lado, divertida.
Estalou os dedos bem na f