A porta se abriu devagar, e um vento frio varreu as velas e incensos.
A luz do corredor recortou uma silhueta alta e sombria.
— Bryan... — a voz grave soou baixa, carregada de urgência.
Ele ergueu o rosto.
Na soleira, estava Ben.
Os olhos azuis ardiam na penumbra, trazendo com eles o cheiro da floresta, da guerra e da mudança.
— Precisamos falar. Agora.
O mundo pareceu prender a respiração.
O Alfa despedaçado deu lugar, pouco a pouco, ao guerreiro.
Algo antigo e inevitável es