Ela permaneceu nos braços dele por mais um instante...
Silenciosa.
Até que murmurou, a voz rouca, arranhada, quase imperceptível:
— Vou pra jacuzzi... é quente...
Bryan a olhou, os olhos azuis ainda carregados de dor, mas agora havia algo mais: alívio.
Ela estava voltando.
Mesmo ferida... ela estava voltando pra ele.
Ele assentiu, com cuidado.
— O que você quiser.
Sua voz foi baixa. Acolhedora.
Ele não faria perguntas.
Não imporia nenhuma exigência.
Apenas seguiria.
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