Narrado por Luna
Alex rugiu alguns pavões e depois de suspira pesadamente gritou:
— Vai para a sacada! Com cuidado, meu atirador está protegendo a área. Os homens dele no jardim estão todos mortos e... ah, merda...! — Um gemido de dor cortou sua fala.
— Alex! O que foi? O que está acontecendo com você?
— Não interessa! Apenas me obedeça, sua maluca! Ouça, Luna: nem ouse se machucar. Se algo acontecer com você, eu juro que...
— Alex, para de falar e me ajuda agora, por favor!
— Sua rebelde maluca! Vou te castigar por isso, Luna. Não sei como, mas vou.
Um sorriso leve e involuntário tocou meus lábios ao lembrar de seus "castigos".
— Tá bem, Alex. Mas depois você pensa nisso. Agora me ajuda!
Foi quando um quarto estrondo, mais violento que todos, quase arrebentou a porta.
— Corre agora, Luna!
— Tá, tá bom! Já estou indo! Pronto, estou na sacada!
— Ótimo. Espera.
Do nada, um dardo de aço perfurou a parede ao lado da varanda, trazendo uma corda grossa amarrada firmemente.
— L