Narrado por Luna
Os estrondos eram tiros. A porta, embora sólida, começava a ceder sob o impacto, as dobradiças gritando metal contra metal. O desespero gelou meu sangue.
Foi quando a voz inconfundível ecoou no meu comunicador.
— Luna! Sai daí agora!
— Alex!
— Maldição, sai daí, Luna!
— Não tem como! Estou presa aqui!
O grito de Alan ainda ecoava no ar, me chamando impaciente e furioso.
— Laura não tente fugir de mim, jamais conseguirá!
Mas quando pulei para a segunda varanda – a do