O som da tranca da porta do subsolo girando fez Luísa ficar de pé num pulo. Quando a porta de aço se abriu, a silhueta de Paolo preencheu o vão, carregando Enzo adormecido nos braços, envolto em seu casaco escuro.
Luísa não disse uma palavra. As lágrimas escorreram pelo seu rosto enquanto ela dava passos trêmulos na direção deles. Ela puxou o menino para o peito, sentindo o calor do corpo do menino e a respiração ritmada contra seu pescoço.
— Ele está bem — sussurrou Paolo, enquanto uma de su