— Eu não sou como você, Paolo. Se a gente matar ela, isso vai ficar na minha cabeça pra sempre. Tudo o que eu quero é paz pra mim e pro meu filho.
O silêncio tomou conta do subsolo. Paolo encarou Luísa por longos segundos, digerindo a ousadia daquela mulher que, mesmo sem armas, conseguia dobrar a sua vontade.
Ele olhou para Fiorella, que continuava amarrada, depois de volta para Luísa. O amor e o respeito que sentia por ela falaram mais alto do que o código de sangue da máfia.
— Que assim seja