☆ Aneliese Moore ☆
As duas semanas que se seguiram foram, sem qualquer sombra de dúvida, as melhores da minha vida. Se Seattle era uma sucessão de cinzas e prazos, a Noruega era um espectro de azul-profundo, branco imaculado e o calor constante de Alexander.
Nós vivemos o que ele chamava de Hygge em sua forma mais crua e luxuosa. Aprendi que o inverno ártico não era sobre isolamento, mas sobre presença. Passamos tardes em Narvik, caminhando pelas ruas de paralelepípedos onde o cheiro de canela