As bocas no corredor se abriram. Minha perna amoleceu; o estômago deu um giro. Eu queria cavar um buraco no porcelanato e me enterrar.
— Com licença — sibilei, dando as costas. — Eu vou para minha casa.
— Você e ele me pagam! — ele berrou, atrás de mim.
Entrei na escada de emergência, descendo depressa, a mão no corrimão gelado, as pernas bambas. No estacionamento, levei um minuto para encontrar meu carro entre SUVs pretos e sedãs que custam mais que um apartamento em Astoria. Me enfiei no Linc