— Bate na madeira — faço careta, rindo. — A gente se cuida.
— Você não quer filhos? Aquela casa cheia… — ele finge naturalidade enquanto me oferece morangos.
— Um dia, sim. — Surpreendo a mim mesma com a honestidade. — Mas agora eu quero me firmar no trabalho. Depois… dois, três… quem sabe. — Digo, lembrando de como meus planos mudaram desde o susto de meses atrás.
Comemos, arrumamos, cada um no seu ritmo. Matt me deixa na esquina da firma; combinamos de jantar algo sem cominho à noite. Atraves