Depois que Misa me levou até o limite — em cima da mesa do meu estágio — fiz questão de colocá-lo para trabalhar. Literalmente.
— Você vai me ajudar a arrumar essa zona. — falei com a saia amassada e o batom borrado, apontando para os papéis espalhados e a caneca quebrada.
Ele não discutiu. Enquanto ele ajeitava as cadeiras e catava as folhas do chão, eu tentava organizar minha respiração e minha consciência. Era sempre assim com ele: um furacão. E eu, a cidade destruída tentando se recompor.
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