Margo saiu dos braços dele imediatamente. Caminhou até a outra ponta do sofá e pegou a filha no colo, o rostinho da menina já vermelho, os bracinhos se agitando em busca de segurança. Misa observou em silêncio. A forma como Margo acolhia a filha contra o peito, murmurando palavras suaves, era uma das cenas mais bonitas que ele já presenciara. Aquilo o fazia sentir vivo — inteiro — de um jeito que nenhuma vitória profissional jamais conseguira.
— Ela tá com fome? — ele perguntou, aproximando-se.