Três dias já tinham se passado desde o caos. O Jones continuava no hospital, na UTI, rodeado por máquinas que apitavam num compasso que eu não conseguia decifrar. Os médicos falavam baixo e sem promessas; a Emma e o Math montaram vigília: revezavam entre os bancos duros da sala de espera e o corredor gelado do andar. O Math só vinha em casa para um banho rápido, um cochilo quebrado e uns minutos com as crianças. Eu não toquei no assunto do pedido de casamento — o que a Llote soltou pra mim fico