— Se você não sair, eu vou chamar a segurança.
— Ah, chama. — Cruzei as pernas. — Eu não vim brigar, mas você não está me dando outra opção. Eu quero saber por que ela sumiu. Se aconteceu alguma coisa, eu vou ajudar. Se é família, saúde, o que for. Eu confiei a vida dos meus filhos a ela.
O Aidem desviou o olhar para o vidro. A fachada dos prédios do lado de fora refletia o céu de março, pálido.
— Eu não posso falar — ele cedeu, por fim. — Eu não quero colocar ela em risco.
— Em risco do quê?
—