Desvio o olhar para o prato, tentando esconder o sorriso que insiste em aparecer. Termino de mastigar devagar, tentando encontrar as palavras certas. O salmão ainda está quente, e o suco, gelado… e tudo parece mais leve do que deveria. Mas dentro de mim há um turbilhão. Olho para ele, as mangas da camisa preta dobradas, os braços apoiados na mesa, o olhar fixo em mim como se tentasse decifrar cada gesto. E antes que eu perca a coragem, deixo escapar:
— Damon … obrigada.
— Pelo quê? — Ele fran