Melinda
O carro para em frente à academia. Minhas mãos estão suadas, agarradas à caixa no meu colo como se fosse um escudo. Vendo a fachada iluminada, as portas de vidro se abrindo e fechando conforme as pessoas entram e saem, meu estômago se contorce.
Sinto o peso do olhar dele ao meu lado, sabendo exatamente o que estou pensando.
— Vai ficar me olhando ou vai descer? — A voz dele é seca, sem paciência.
Eu engulo em seco, mordo o lábio e finalmente solto:
— Damon … e se… e se eles descobr