Melinda
Ele puxa a ponta do cinto do roupão e o nó se desfaz com facilidade. O tecido escorrega pelos meus ombros e desce, revelando minha pele nua. Meu corpo inteiro esquenta. Tento instintivamente cruzar os braços para esconder meus seios, mas ele segura meus pulsos com firmeza, me forçando a os abrir.
— Não se esconda de mim, coelhinha. — A voz dele é rouca, grave, carregada de um poder que me atravessa. — Você tem um corpo lindo.
O elogio bruto faz meu peito arder e um arrepio percorrer