— Você não tem direito nenhum sobre mim — reafirmei em rosnado, sentindo a autoridade da rainha correr nas minhas veias, mostrando os dentes afiados e deixando as garras aparecerem, brilhantes e prontas para cortar. — Eu sou a rainha deste povoado, sou eu quem manda aqui. Agora saia do meu território.
Ele não recuou. Não pareceu intimidado nem um pouco pela minha postura, pelos meus dentes ou pelas minhas garras. Pelo contrário: um sorriso estranho, sombrio e perigoso abriu‑se nos seus lábios