— Não vai comer nada? — perguntou ele, como se nada tivesse acontecido, voltando a se acomodar na cadeira.
Olhei para o meu prato, ainda intocado, e depois para a mesa farta e bonita, mas senti o estômago revirar completamente. Uma ânsia de vômito subiu pela garganta. Depois daquela cena tão íntima, intensa e sangrenta... eu não conseguiria engolir nada, nem que fosse a última refeição da Terra.
— Não. Obrigada. Estou satisfeita. — respondi, firme, sustentando o olhar para não demonstrar medo