AMELIA ALBERTI
Subia pelo corredor com a bandeja nas mãos, trêmula.
Não tinha conseguido comer quase nada desde a noite anterior, mas o simples fato de estar viva… e de ter Paolo vivo… já era suficiente para me obrigar a sorrir, mesmo que fosse um sorriso frágil, quase quebrado.
O hospital cheirava a desinfetante e café requentado, um cheiro frio, impessoal… mas eu já não percebia nada disso.
Meu mundo inteiro estava concentrado em um único lugar.
No quarto dele.
Tudo o que eu queria era voltar