Graziela se sentou em uma chaise longue, com aquela elegância natural que parecia fazer parte dela.
— Então vocês estão mesmo namorando? — perguntou, acomodando-se com graça.
— É... acho que sim — respondi, nervosa e um pouco envergonhada.
Ela sorriu, os olhos brilhando com cumplicidade.
— Você é uma mulher de sorte, Clara. Existem poucos homens como Lorenzo no mundo — disse, com a voz carregada de orgulho.
Graziela era exatamente como Lorenzo a havia descrito. Conversamos sobre muitas coisas —