CAPÍTULO TRÊS — A MELHOR NOITE.

VÍCTOR BALTIMOR.

Aquela mulher, estava me enlouquecendo de um jeito que nunca fui antes. O corredor dos fundos estava vazio, o som da festa agora era só um rumor longínquo, como se o mundo lá embaixo tivesse deixado de existir. Empurrei a porta do quarto de hóspedes com o ombro e entrei, os olhos cravados nela — aquela garota que tinha me atraído com somente um olhar na pista de dança e agora estava aqui, e seria minha. Tranco a porta com um clique e me viro. Aos quarenta e oito anos, eu comando um país inteiro, enfrento crises que derrubariam homens mais fracos, mas ali, com aquela desconhecida me encarando como se soubesse exatamente o que fazia comigo, algo dentro de mim simplesmente se agitou.

Ela dá um passo para trás, as costas batendo na parede fria, e sorri — um sorriso perigoso, provocador, que faz meu sangue ferver e meu pau endurecer ainda mais.

— Vem — sussurra, com sua voz doce e carregada de desejo.

Não consigo mais esperar. Avanço como um animal faminto, agarro sua nuca e tomo sua boca com violência, um beijo de pura posse. Minha língua invade, meus dentes mordem o lábio inferior dela. Minha barba arranha sua pele macia; ela geme dentro da minha boca, cravando as unhas nos meus ombros, respondendo com a mesma fúria desesperada que me consome.

Prenso-a contra a parede, minha mão desce possessiva pela curva daquela bunda perfeita, apertando com força suficiente para deixar marcas que vão durar dias.

— Você está pedindo para ser fodida até não aguentar mais — rosno no ouvido dela, mordendo o lóbulo até ela tremer.

Ela ri baixo, uma risada safada que me enlouquece ainda mais, e desce a mão até minha braguilha, apertando meu pau que já dói de tão duro.

— Então me fode — desafia, abrindo o zíper devagar, me envolvendo com a palma quente. Eu a observo, ofegante.

Não aguento mais. Arranco aquele pedaço de pano que ela vestia, revelando aqueles seios firmes, rosados, os mamilos duros implorando por mim. Desço a boca neles com uma fome animal, chupo o esquerdo com força, a língua rodando o bico enquanto belisco o outro até ela arquear as costas e soltar um grito abafado que me faz latejar ainda mais.

— Mais forte — pede, puxando meu cabelo.

Obedeço, mordendo até ouvir seu choramingado de dor misturada com prazer puro. Eu gosto de um sexo bruto e é difícil encontrar uma mulher que saiba me levar.

Minha mão desce e rasga a calcinha de renda com um puxão violento. Dois dedos entram nela de uma vez — ela está encharcada, quente, apertada, me sugando como se tivesse sido feita só para mim.

— Porra, você tá pingando para mim — gemo contra seu peito, metendo rápido, meu polegar esfregando o clitóris inchado em círculos perfeitos.

Ela goza em segundos, o corpo convulsionando violentamente, jorrando nos meus dedos como se nunca tivesse sentido nada parecido. Ver seu rosto se contorcer de êxtase é a coisa mais linda e perigosa que já vi.

— Isso, goza na minha mão, sua safada — ordeno, sentindo cada espasmo dela, como se fosse meu. Ainda tremendo, ela me empurra com uma força surpreendente e cai de joelhos no chão frio.

— Minha vez — sussurra, os olhos brilhando de malícia.

Puxa minha calça e cueca para baixo; meu pau salta livre, latejando. Ela lambe da base até a ponta, lenta, torturante, olhando direto nos meus olhos, depois engole inteiro. Chupando com força, a mão massageando minhas bolas. É tão bom que quase perco o equilíbrio.

— Caralho… — gemo, a mão no cabelo dela, guiando, fodendo aquela boca quente sem conseguir me conter.

Puxo-a para cima antes que eu exploda — ainda não. Jogo-a na cama de bruços, abro suas pernas com os joelhos e entro por trás de uma vez só, fundo, esticando-a toda. Ela grita no travesseiro, empinando a bunda para mim como oferenda. Meto forte, ritmado, cada estocada batendo no fundo, as bolas batendo no clitóris dela.

— Você gosta assim? — pergunto, com desejo, dando um tapa na sua bunda, que ecoa no quarto.

— Sim… mais forte, seu gostoso — responde, rebolando contra mim, apertando meu pau com os músculos internos até eu gemer descontrolado, quase implorando. Viro-a de frente, abro suas pernas até o limite e entrei devagar, olhando fundo nos olhos dela. E por um segundo pude ver um olhar de inocência, o que deixou ainda mais fascinado.

— Olha para mim enquanto eu te como inteira.

Ela obedece, suas unhas cravando minhas costas, deixando arranhões que vão arder amanhã. Meti profundamente, girando o quadril, beijando-a com urgência, minha língua fodendo sua boca no mesmo ritmo. Ela goza de novo, gritando, apertando tanto que quase me arranca o ar.

— Porra… — gemo, acelerando até gozar dentro dela, jatos quentes enchendo-a.

Ficamos colados, suados, ofegantes, eu ainda latejando dentro dela. Mas ela não para. Monta-me antes que eu recupere o fôlego, guia meu pau semi-duro de volta para dentro.

— Não acabou — sussurra, cavalgando lento, rebolando como se dançasse só para mim.

Fico hipnotizado, minhas mãos nos seios dela, apertando, beliscando. Ela acelera, sobe e desce forte, seu cabelo voando, soltando gemidos altos. Inclina-se, morde meu pescoço e chupa com força, tenho certeza que deixou uma marca roxa que vou ter que esconder por dias. Gozo de novo, gritando rouco, minhas mãos cravadas no quadril dela.

Essa mulher, é insaciável e fodemos de novo contra a janela. Ela de frente para o vidro, eu por trás, metendo lento enquanto sussurro no ouvido dela:

— Você me enlouqueceu… nunca mais vou esquecer essa boceta apertada me sugando. — falo excitado. Ela goza olhando nosso reflexo.

 Fodemos mais uma vez na cama, de conchinha, eu entrando devagar por trás, minha mão no seu clitóris, enquanto beijo sua nuca. Faço movimento lento, torturante, até gozarmos juntos, exaustos, entrelaçados, meu coração disparado. Senti ela amolecer e logo adormecer.

Olhei para a garota nua na cama. Eu havia gostado dela e muito. Aliás, tenho que elogiar, meu assistente, por escolher bem dessa vez. Finalmente uma mulher que sabe me satisfazer de verdade. Deixarei um agrado generoso pelos seus serviços.

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