CAPÍTULO SETENTA E DOIS — UM PENETRA.
ELISA RIVER.
Os dois dias que se seguiram depois daquela conversa foram estranhamente… tranquilos. Victor cumpriu o que prometeu. Deu-me espaço. Não me vigiou a cada passo, não tentou me controlar, não transformou cada movimento meu em um alerta vermelho. Observava de longe, atento, é verdade, mas sem interferir. E isso fez toda a diferença.
Confesso que fiquei surpresa. Talvez mais do que gostaria de admitir.
No dia anterior ao jantar, doutor Walter veio me examinar. Victor não saiu do lado de